Árbitros portugueses investigados por corrupção para fazerem ganhar o Benfica

Árbitros portugueses investigados por corrupção e 'favores' ao Benfica

Dois conhecidos árbitros portugueses estão a ser investigados pelo Ministério Público por corrupção desportiva que envolve o Benfica. Objetivo seria fazer o Clube da Luz ganhar o maior número de títulos possíveis.

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Os nomes dos árbitros Manuel Mota e Nuno Almeida, que se encontram atualmente no artigo em ligas profissionais, I e II Liga, constam no processo de corrupção desportiva que envolve o Benfica e está a ser investigado pelo Ministério Público (MP) do Porto.

Para além dos dois árbitros referidos, o MP investiga ainda outros dois ex-árbitros, que atualmente assumem a função de Vídeo-Árbitro nos jogos da I Liga portuguesa. Os dois são Bruno Esteves e Hugo Miguel.

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No processo encontra-se ainda o nome de Ferreira Nunes, ex-vice do Concelho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, que foi durante vários anos a responsável pela classificação dos árbitros.

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Agora as contas bancárias dos referidos nomes estão a ser minuciosamente investigadas pelas autoridades, como refere o Correio da Manhã.

São suspeitos de terem recebido contrapartidas pelos alegados favores que fizeram ao SL Benfica, de forma a que o clube português conquistasse títulos no futebol.

Também Bruno Paixão, Adão Mendes e Jorge Ferreira, três ex-árbitros que apitaram jogos da I Liga, estão na mesma situação, tal como Nuno Cabral, antigo árbitro do 3.º escalão, que mais tarde passou a exercer funções de delegado da Liga.

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